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Punições mais severas
24/04/2006

A Agência Nacional de Saúde (ANS) divulgou, no começo do mês, uma resolução que torna mais salgadas as multas para as operadoras que desrespeitam o consumidor (veja quadro). Para se ter idéia, a negativa de cobertura para procedimentos feitos em urgência e emergência das unidades de saúde custa R$ 100 mil para a empresa. Antes, era R$ 50 mil, caso o plano fosse de contrato novo.

Mesmo com uma punição mais severa, as empresas de plano de saúde continuam adotando práticas que desagradam aos consumidores. A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro-Teste) analisou, recentemente, 184 contratos de 16 empresas do setor e verificou que as operadoras impõem algumas claúsulas desfavoráveis ao consumidor, como a aplicação de carências longas para o atendimento médico-hospitalar.
Além disto, a Pro-Teste mediu o grau de satisfação do consumidor. Perguntou aos usuários associados o que achavam dos planos e quase a metade disse que queria migrar para outro. "O consumidor está insatisfeito por várias razões, entre elas negativa de cobertura, demora no atendimento e para autorizar exames", enumera Maria Inês Dolci, coordenadora do Departamento Jurídico da Pro-Teste.

A Abramge garante que, em todas as pesquisas realizadas, não pela entidade, mas por institutos de opinião, foi comprovado que a maioria dos usuários está satisfeita com os seus planos. "Todas elas mostram que 80% aprovam seus planos", garante o presidente da entidade, Arlindo de Almeida.

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