[sair]
Simpro
Carreiras
Quem Somos
Serviços
Anunciantes
Assinatura Revista
Publicidade
Revista Simpro
Sistemas
Suporte Simpro
Portal TUSS
Informações
Legislações
Links Importantes
Notícias
Políticas de Privacidade
Central do Cliente
Dúvidas Frequentes
Fale Conosco
Notícia
Home
>
Simpro
>
Notícia
Samcil planeja sucessão com equipe profissional
29/08/2006
Empresa cria conselho de administração e volta a pensar no mercado de capitais. Preparar uma equipe para garantir a sucessão profissional de sua empresa é uma das principais pautas que tramitam na movimentada agenda do Dr. Luiz Roberto Silveira Pinto, fundador e presidente do plano de saúde Samcil, antigo Serviço de Assistência Médica ao Comércio e Indústria, que há quase quatro décadas atua no atendimento suplementar de saúde para o público C e D.
Aos 70 anos, o empresário divide seu tempo entre as necessidades dos hospitais próprios da rede e do plano de saúde. E prepara uma equipe para a sucessão, que será liderada pelo administrador Mauro Bernacchio, atual diretor-geral. A meta é criar um conselho de administração, do qual devem participar os herdeiros, profissionais do mercado e também médicos. E trabalhar como uma empresa de capital aberto. Voltar para o mercado acionário, inclusive, está entre os projetos do empresário.
Silveira Pinto não dá informações sobre o prazo para que isso aconteça. Mas diz que vê com bons olhos a entrada de empresas de saúde na bolsa. "A Samcil foi a primeira empresa do setor a abrir capital, ainda na década de 70. É um bom negócio, mas é preciso estar preparado".
O empresário chegou a ficar apenas com 26% das ações da Samcil. Mas, com a recessão da década de 80, muitas companhias foram à falência e as ações da empresa caíram. Ele aproveitou, então, o momento para recomprar os papéis e fechar o capital. A Samcil saiu ganhando com sua experiência no mercado acionário. Dos sete hospitais próprios, quatro foram comprados com o dinheiro capitalizado na bolsa. No entanto, com as novas regras do mercado, Silveira Pinto diz que a Samcil ainda não está preparada para abrir o capital novamente.
Por enquanto, a meta é garantir a perpetuação do primeiro plano de saúde do Brasil, criado em 1962. Não fossem as constantes mudanças do setor, a tarefa até poderia ser considerada corriqueira. Mas garantir a sobrevivência de um plano de saúde tem sido um desafio para os gestores mais experientes.
Prova disso é o número de empresas que saíram do mercado desde a o início da atuação da Agência Nacional de Saúde (ANS), há seis anos: cerca de 1.227 operadoras. "A regulamentação do setor veio tar-
de demais", diz Silveira Pinto.
Quando os primeiros planos de saúde começaram a ser abertos no Brasil, há 40 anos, o decreto 73/1966, que regulamentava o mercado, continha muitas falhas, o que comprometeu a saúde das empresas e a qualidade dos serviços oferecidos.
Ter foco nos negócios foi a saída encontrada pela empresa que atua até hoje na região da Grande São Paulo com planos para pessoas jurídicas e físicas das classes C e D. "Essa opção se deve à idéia socialista da época de atender pessoas que não podiam pagar por médicos caros e também eram reprimidas pelo serviço público deficitário", conta. "Queríamos atender os operários, o chão de fábrica", diz Silveira Pinto. Ele ressalta, no entanto, que sempre foi a favor do lucro.
Hoje, a Samcil conta com uma rede de sete hospitais, sete unidades avançadas, 25 centros médicos e uma carteira de 590 mil beneficiários. Em 2005, a empresa faturou R$ 377 milhões, com lucro de R$ 27 milhões. A meta para este ano é atingir uma carteira de 700 mil beneficiários e receita de R$ 445 milhões. Para isso, prevê investimentos de R$ 20 milhões na ampliação e inauguração de novos hospitais. Empresa cria conselho de administração e volta a pensar no mercado de capitais. Preparar uma equipe para garantir a sucessão profissional de sua empresa é uma das principais pautas que tramitam na movimentada agenda do Dr. Luiz Roberto Silveira Pinto, fundador e presidente do plano de saúde Samcil, antigo Serviço de Assistência Médica ao Comércio e Indústria, que há quase quatro décadas atua no atendimento suplementar de saúde para o público C e D.
Aos 70 anos, o empresário divide seu tempo entre as necessidades dos hospitais próprios da rede e do plano de saúde. E prepara uma equipe para a sucessão, que será liderada pelo administrador Mauro Bernacchio, atual diretor-geral. A meta é criar um conselho de administração, do qual devem participar os herdeiros, profissionais do mercado e também médicos. E trabalhar como uma empresa de capital aberto. Voltar para o mercado acionário, inclusive, está entre os projetos do empresário.
Silveira Pinto não dá informações sobre o prazo para que isso aconteça. Mas diz que vê com bons olhos a entrada de empresas de saúde na bolsa. "A Samcil foi a primeira empresa do setor a abrir capital, ainda na década de 70. É um bom negócio, mas é preciso estar preparado".
O empresário chegou a ficar apenas com 26% das ações da Samcil. Mas, com a recessão da década de 80, muitas companhias foram à falência e as ações da empresa caíram. Ele aproveitou, então, o momento para recomprar os papéis e fechar o capital. A Samcil saiu ganhando com sua experiência no mercado acionário. Dos sete hospitais próprios, quatro foram comprados com o dinheiro capitalizado na bolsa. No entanto, com as novas regras do mercado, Silveira Pinto diz que a Samcil ainda não está preparada para abrir o capital novamente.
Por enquanto, a meta é garantir a perpetuação do primeiro plano de saúde do Brasil, criado em 1962. Não fossem as constantes mudanças do setor, a tarefa até poderia ser considerada corriqueira. Mas garantir a sobrevivência de um plano de saúde tem sido um desafio para os gestores mais experientes.
Prova disso é o número de empresas que saíram do mercado desde a o início da atuação da Agência Nacional de Saúde (ANS), há seis anos: cerca de 1.227 operadoras. "A regulamentação do setor veio tar-
de demais", diz Silveira Pinto.
Quando os primeiros planos de saúde começaram a ser abertos no Brasil, há 40 anos, o decreto 73/1966, que regulamentava o mercado, continha muitas falhas, o que comprometeu a saúde das empresas e a qualidade dos serviços oferecidos.
Ter foco nos negócios foi a saída encontrada pela empresa que atua até hoje na região da Grande São Paulo com planos para pessoas jurídicas e físicas das classes C e D. "Essa opção se deve à idéia socialista da época de atender pessoas que não podiam pagar por médicos caros e também eram reprimidas pelo serviço público deficitário", conta. "Queríamos atender os operários, o chão de fábrica", diz Silveira Pinto. Ele ressalta, no entanto, que sempre foi a favor do lucro.
Hoje, a Samcil conta com uma rede de sete hospitais, sete unidades avançadas, 25 centros médicos e uma carteira de 590 mil beneficiários. Em 2005, a empresa faturou R$ 377 milhões, com lucro de R$ 27 milhões. A meta para este ano é atingir uma carteira de 700 mil beneficiários e receita de R$ 445 milhões. Para isso, prevê investimentos de R$ 20 milhões na ampliação e inauguração de novos hospitais.
Fonte:
Mais Noticias
JANEIRO (75 NOTÍCIAS)
FEVEREIRO (89 NOTÍCIAS)
MARÇO (141 NOTÍCIAS)
ABRIL (177 NOTÍCIAS)
MAIO (159 NOTÍCIAS)
JUNHO (100 NOTÍCIAS)
JULHO (159 NOTÍCIAS)
AGOSTO (164 NOTÍCIAS)
SETEMBRO (155 NOTÍCIAS)
OUTUBRO (226 NOTÍCIAS)
NOVEMBRO (186 NOTÍCIAS)
DEZEMBRO (69 NOTÍCIAS)
Voltar