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Rescisão de contrato exige aviso prévio
19/06/2006

Apólice coletiva nem sempre é bom negócio
Famílias e grupos de amigos que pretendem contratar um plano de saúde coletivo devem analisar com atenção a proposta. Os órgãos de defesa do consumidor alertam que nem sempre essa é uma boa alternativa para as pessoas físicas.

É comum a veiculação de propagandas de apólices coletivas de planos de saúde especiais para grupos de estudantes, cabeleireiros e outros, lembra Lumena Sampaio, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Alguns grupos até constituem empresas que possibilitem a adesão ao plano. A proposta parece tentadora porque, na maioria das vezes, o preço inicial é atraente.

Mas o consumidor não se dá conta de algumas desvantagens. "Entre os problemas está o fato de os contratos coletivos estarem fora da regulação da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). Ou seja, os reajustes são impostos pelas empresas", alerta Lumena. E, de posse de um contrato de três ou quatro pessoas, o cliente terá menos poder de barganha na hora de discutir o aumento se comparado com uma empresa que tem, por exemplo, 50 participantes na carteira.

Outro problema pode ser o desconhecimento do reajuste por sinistralidade, no caso de seguro-saúde. Além do reajuste anual, a sinistralidade (porcentual de utilização pelo cliente ao longo do ano) também é fator de reajuste, comenta Maria Inês Dolci, da Pro Teste.

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