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Operadoras e seguradoras de saúde faturaram R$ 33,8 bilhões
29/08/2006
A empresa Capitolio Consulting concluiu a quarta edição do relatório que examina, todos os anos, a situação econômico-financeira das operadoras de planos de saúde, feito agora a partir de mais de mil balanços relativos aos exercícios de 2004 e 2005.
O estudo analisou 1017 operadoras, tanto pequenas (20 mil usuários), médias (100 mil) e grandes (acima de 100 mil) de diferentes modalidades.
De acordo com o estudo, até dezembro de 2005 o setor havia faturado aproximadamente R$ 33,8 bilhões em mensalidades dos planos/seguros, ou contraprestações efetivas/prêmios ganhos, frente aos R$ 28,8 bilhões faturados em 2004, crescimento de. Na mesma ocasião, o ativo total do setor situava-se ao redor dos R$ 20,2 bilhões.
Em março de 2005, havia 2.090 operadoras/seguradoras especializadas “ativas” registradas na ANS, e o número médio mensal total de beneficiários pelas operadoras em 2005 foi de mais de 41 milhões. O patrimônio líquido ou social do conjunto das operadoras era de R$ 8,1 bilhões, em 2005, considerando que 66 operadoras apontaram “patrimônio líquido negativo”, ou “passivo a descoberto” — demonstrações financeiras relativas a 1.017 operadoras/seguradoras especializadas.
Os gastos com eventos indenizados/sinistros em 2005 ficaram ao redor de R$ 27,3 bilhões (demonstrações financeiras de 2005, relativas a 1.002 operadoras/seguradoras especializadas);
O resultado líquido consolidado ficou em R$ 672,2 milhões naquele mesmo ano, sendo que 255 operadoras registraram “prejuízo” ao final de 2005 (demonstrações financeiras de 2005, relativas a 1.009 operadoras/seguradoras especializadas).
Além desses, o estudo também revelou que o setor vem registrando crescimento real desde 2002, em termos de “ativo total”, muito embora 14,4% das operadoras tenham apontado variação negativa entre 2004-2005.
Ao todo, 14,8% das operadoras analisadas tiveram perdas na arrecadação de contraprestações, entre 2004 e 2005.
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