[sair]
Simpro
Carreiras
Quem Somos
Serviços
Anunciantes
Assinatura Revista
Publicidade
Revista Simpro
Sistemas
Suporte Simpro
Portal TUSS
Informações
Legislações
Links Importantes
Notícias
Políticas de Privacidade
Central do Cliente
Dúvidas Frequentes
Fale Conosco
Notícia
Home
>
Simpro
>
Notícia
O mercado de Planos em destaque na revista Isto É Dinheiro
09/02/2006
Em entrevista concedida à revista Isto É Dinheiro, o Presidente da Lincx Serviços de Saúde diz que a crise na medicina privada vai chegar às operadoras de alto padrão e avisa: em dois anos não haverá mais nenhum plano individual no mercado
"A crise do nosso setor é seríssima e inevitavelmente vai chegar ao topo do mercado", observa Fonseca. "Se a ANS insistir nas regras atuais, as empresas vão quebrar ou desistir desse negócio. Em dois anos, ninguém mais estará vendendo planos individuais", adverte.
Nesta entrevista à DINHEIRO, o médico-empresário sugere a criação de um índice de preços exclusivo para a área médico-hospitalar, a ser usado como referência para reajustes. E pede tabelamento de preços de medicamentos, combinado com liberação das importações para conter o aumento dos custos médicos.
DINHEIRO - A Lincx cresceu 25% no ano passado, vendendo planos de saúde para ricos, enquanto os planos populares andaram para trás. A crise não atingiu a classe A?
SILVIO CORRÊA DA FONSECA - Somos um plano diferente. A gente reembolsa consultas e exames de imediato e cirurgias em cinco dias úteis. E temos credenciadas as maiores estrelas da medicina brasileira. O público de alta renda é mais exigente. É um pessoal que tem condições de pagar um pouco mais para ter uma qualidade melhor, um atendimento diferenciado. Mas que exige um produto que cumpra o que promete e tenha um preço correto.
DINHEIRO - Assim como a Lincx, a Omint também foca no público de alta renda e vai bem. Plano de saúde virou artigo de luxo?
FONSECA - Esta crise vai afetar os planos de saúde de nicho. O que acontece é que nosso produto foi formulado com preços maiores, tanto de pagamento para médicos como para clínicas. Então, nós temos mais capacidade de ajustes.
DINHEIRO - Por que o senhor defende que os planos top, que já são mais caros, possam dar reajustes maiores?
FONSECA - Porque há planos de saúde que trabalham com médicos recém-formados, pagando 15 reais a consulta. E há planos top, que pagam 200 reais aos médicos. Há planos que trabalham com clínicas mais populares. E outros que trabalham com clínicas caras, laboratórios caros. Os custos são diferentes. Do jeito que está, proibido de reajustar preço, você vai ter que começar a tirar qualidade da rede. Tirar, por exemplo, os hospitais de primeira linha, que é o que muitos já fizeram. Tira-se um Sírio, um Einstein para baixar o custo. Tira-se um Laboratório Fleury. Detalhe: sem os planos de saúde, esses hospitais não têm como continuar.
DINHEIRO - Por que?
FONSECA - Porque hoje 85% da receita dos hospitais quem dá são os planos de saúde. A hora em que os planos não puderem pagar esses hospitais, como eles vão se modernizar? Como o Brasil vai continuar na vanguarda da medicina? Ou o governo permite a atuação das operadoras de saúde privadas com uma certa liberdade de preço ou acaba com a qualidade médica no Brasil.
DINHEIRO - Se a situação é difícil nos planos de alto padrão, no restante do mercado é desastrosa.
FONSECA - Veja o caso da Interclínicas. Deixaram quebrar um plano de saúde com mais de 80 anos de mercado. Um plano de saúde sério, que sempre foi correto. Então eu pergunto: a ANS está aí só para regular o mercado e deixar as quebradeiras acontecerem? Ou está aí para, em conjunto com os planos de saúde, procurar uma solução?
Fonte:
Mais Noticias
JANEIRO (72 NOTÍCIAS)
FEVEREIRO (81 NOTÍCIAS)
MARÇO (130 NOTÍCIAS)
ABRIL (174 NOTÍCIAS)
MAIO (153 NOTÍCIAS)
JUNHO (97 NOTÍCIAS)
JULHO (159 NOTÍCIAS)
AGOSTO (164 NOTÍCIAS)
SETEMBRO (155 NOTÍCIAS)
OUTUBRO (226 NOTÍCIAS)
NOVEMBRO (186 NOTÍCIAS)
DEZEMBRO (69 NOTÍCIAS)
Voltar