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Setores público e privado buscam crescimento da saúde suplementar
10/11/2021

 

Abertura do 25º Congresso Abramge mostra interesse das autoridades na desburocratização do sistema e ampliação do acesso para a população

 

São Paulo – 10 de novembro de 2021 – A parceria entre o setor privado e o público deu o tom da abertura do 25º Congresso Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde). As declarações iniciais foram do secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz; senador Sérgio Petecão (PSD-AC); deputado Dr. Luizinho (PP-RJ), presidente da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara; presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Paulo Roberto Rebello; e do presidente da Abramge, Renato Casarotti. O evento está sendo realizado entre hoje (10) e amanhã (11) em Brasília, com transmissão on-line.

 

“Inauguramos essa pauta de diálogo constante para que o governo federal possa ampliar o alcance da saúde suplementar e, assim, desonerar a pública”, destacou o secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz. Ele citou o faturamento anual do sistema privado de R$ 230 bilhões para um público de 48 milhões de beneficiários, enquanto o orçamento do Sistema Único de Saúde (SUS) é de R$ 140 bilhões para uma população três vezes maior (cerca de 160 milhões de brasileiros). 

 

O deputado Dr. Luizinho apontou para a necessidade de desburocratização do setor de saúde suplementar e de uma normatização clara, a partir da interlocução dos atores. “Para um atendimento de qualidade, precisamos dar apoio a todos os brasileiros pelo SUS e ter um sistema de saúde suplementar forte, para chegarmos a uma cobertura de 100 milhões de beneficiários”, propôs. 

 

Para o presidente da ANS, Paulo Rebello, há desafios estruturantes, como o crescente custo em saúde. “Precisamos promover uma regulação firme, para promover o interesse público em busca de mais saúde”, apontou.

 

O presidente da Abramge, Renato Casarotti, lembrou que o sistema de saúde suplementar cedeu mais de 800 leitos ao setor público durante a pandemia, além da doação de mais de R$ 50 milhões em EPIs, medicamentos e apoio social. Também destacou o papel da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na agilidade para liberar a importação de produtos em escassez no mercado nacional, com os kits de intubação e a imunoglobulina. 

 

“Algumas operadoras se adiantaram e importaram respiradores ainda no início, quando a contaminação crescia na China, pela preocupação com seus beneficiários”, lembrou o presidente da Abramge, que agradeceu a escuta ativa das autoridades durante a crise sanitária.

 

Casarotti citou medidas tomadas em caráter de urgência, como a prorrogação do prazo para procedimentos eletivos, para liberar leitos, e a suspensão do reajuste dos planos individuais, por adesão e com até 29 vidas (conhecidos como PME) por três meses pela maioria dos associados da Abramge e da FenaSaúde, entre maio e junho de 2020, no momento agudo da pandemia. 

 

“A contratação e o treinamento de mais de 10 mil profissionais de saúde e a abertura de mais de 2.800 novos leitos, incluindo a antecipação da inauguração de hospitais inteiros, foram decisões tomadas pelas operadoras para solucionar a crise de atendimento”, ressaltou.

 

Desde o início da pandemia, a Abramge está alinhada aos protocolos divulgados pelas autoridades de saúde a favor da segurança clínica da população e do controle eficaz da Covid-19. Agora, durante o 25º Congresso Abramge, a entidade manteve seu compromisso com os órgãos oficiais e estipulou limite de inscrições, respeitando a capacidade do local e o distanciamento social. O evento conta com testagem PCR para todos os participantes e ambiente próprio para a realização de teleconsultas, além de consultório reservado com profissionais de saúde.

 

Sobre a Abramge

 

A Abramge é uma entidade sem fins lucrativos que representa institucionalmente as empresas privadas de assistência à saúde do segmento de Medicina de Grupo, junto aos órgãos federais, estaduais e municipais, em atuação no território nacional. Atualmente, a entidade possui 142 operadoras associadas, presentes em 20 unidades federativas do País, e somadas cobrem 24 milhões de beneficiários, ou seja, 31,6% dos mais de 70 milhões de clientes da saúde suplementar brasileira, entre planos médico-hospitalares e odontológicos. O chamado Sistema Abramge engloba ainda o Sindicato das Empresas de Medicina de Grupo (Sinamge), a Associação Brasileira de Planos Odontológicos (Sinog) e a Universidade Corporativa Abramge (UCA).

 

Contatos da assessoria

Agência Fato Relevante?

Angelita Gonçalves: angelita.goncalves@agenciafr.com.br / (11) 9.9196-1129

Raquel Abrantes: raquel.abrantes@agenciafr.com.br / (11) 9.8222-8999

 

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