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Pesquisadores divulgam novo teste que detecta células cancerosas no sangue e prevê tempo de sobrevida de pacientes com câncer de próstata
07/06/2011

O câncer de próstata é o segundo tipo de câncer que mais atinge os homens no Brasil e, de acordo com o Instituto nacional de Câncer – INCA só em 2010 surgiram mais de 52 mil novos casos dessa doença.

Mas um estudo apresentado no Congresso Americano de Oncologia Clínica (ASCO) por pesquisadores do Memorial Sloan-Kettering de Nova York, um dos maiores centros de oncologia do mundo, demonstrou que é possível detectar células cancerosas na corrente sanguínea de pacientes com câncer de próstata.

Este novo teste genético também demonstrou correlação com o tempo de sobrevida de cada paciente, o que torna este exame muito promissor ao predizer em quais pacientes a quimioterapia será mais eficaz logo no início do tratamento. A novo método fez parte de um grande estudo com 1195 pacientes, em que se avalia a eficácia de uma nova droga chamada Abiraterona contra câncer de próstata avançado (quando a doença já está disseminada).

De acordo com Dr. Daher Chade, urologista do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo da Faculdade de Medicina da USP e do Hospital Sírio Libanês,  o teste representa um passo importante em direção à individualização dos tratamentos contra câncer.

“Com a melhora deste tipo de teste genético, objetiva-se no futuro definir com maior precisão qual será o tratamento ideal para cada paciente, antes de recebê-lo em vão, além de evitar sofrer com os efeitos colaterais sem benefício, afirma o especialista.

Para Dr. Chade, esse tipo de teste auxilia também na hora da escolha do tratamento de acordo com cada caso, direcionando melhor a terapia: “poderá ser avaliado outras medicações, possibilitando ao paciente saber suas reais chances de bom resultado com cada terapia, como também poderá ser utilizado em diversos outros tipos de tumores malignos”, explica Dr. Chade.

De acordo com o Relatório Mundial do Câncer, da Agência Internacional de Pesquisa em Câncer, braço da Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que em 2008 tenha havido 12,4 milhões de novos casos de câncer no mundo e 7,6 milhões de óbitos por causa da doença.

No Brasil, a taxa de mortalidade por câncer de próstata em 2006, último dado disponível, foi de 15,29 homens a cada 100 mil de acordo com dados elaborados pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), pela Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), em conjunto com a Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Sugestão de fonte
Dr. Daher Chade - urologista do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo da Faculdade de Medicina da USP e no Hospital Sírio Libanês

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