Editorial da Revista Simpro Hospitalar

Edição nº 150

MUDANÇAS


Quando propomos mudanças no cotidiano isso imediatamente gera uma insegurança, por conta do medo do novo. Em decorrência desta questão e outras pessoais, gera-se uma resistência que dificulta o avanço da proposta em questão.

Quando as ações são propostas dentro da empresa, com um projeto calçado em mudanças mais profundas, como comodismo, surgem questões como: “Está bom assim. Porque mudar? Sempre foi feito assim!” entre outros muitos obstáculos, porém, o mais grave é superar o ego dos colaboradores principalmente os líderes.

Essas contrariedades, entre propósitos e pessoas emperram o processo, exigindo um esforço extra, de quem propõe a mudança, principalmente, para vencer um estado de blindagem que se forma em torno do estado atual, em decorrência da resistência acima citada.

Essa blindagem para ser rompida exige muitos esforços, levando os envolvidos quase a exaustão, exigindo muita cautela e negociação para caminhar com a proposta, não se esquecendo de que as vezes se dará um passo à frente e dois recuando, mas mudanças são necessárias para manter a empresa atualizada e ativa no mercado, mirando no seu crescimento e competitividade.